[Resenha] Filme - Magarrrômântico




Sinopse: Natalie (Rebel Wilson) é uma jovem arquiteta bastante cética em relação ao amor, que se empenha para ser reconhecida por seu trabalho. Um dia, ao saltar do metrô, ela é assaltada em plena estação e, ao reagir, acaba batendo com a cabeça em uma pilastra. Ao despertar em um hospital, ela descobre que, misteriosamente, foi parar dentro de um filme de comédia romântica.

Roteiro: Erin Cardillo, Dana Fox, Paula Pell
Direção: Todd Strauss-Schulson
Elenco: Rebel Wilson, Liam Hemsworth, Adam Devine, Priyanka Chopra, Betty Gilpin







 E lá vamos nós com mais um original Netflix!
 Faz algum tempo que não vejo filmes, já que as séries são quase como manter um relacionamento sério e cobram atenção especial, mas hoje consegui uma brecha e resolvi dar uma chance para “Megarrromântico”.
 Já havia visto algumas pessoas comentando sobre esse filme e me interessei principalmente porque vi que tinha a Rebel Wilson no elenco. Provavelmente vocês já viram alguns dos trabalhos dela, mas o meu favorito é em “A escolha perfeita” com a personagem “M Gorda”. Se você nunca ouviu falar em “A escolha perfeita”, fica tranquilo que em breve vou trazer uma resenha do filme por aqui porque ele está na minha lista de favoritos! Mas isso é papo para outra postagem, vamos falar sobre “Megarrromântico”.
 Devo alertar que se você espera algo surpreendente e novo, a ideia aqui é completamente contrária. Nesse filme temos todos os clichês de comédias românticas em um lugar só, o que torna tudo um pouco exagerado, mas não deixa de ser um entretenimento legal para passar o tempo.


 Natalie não acredita no amor. Desde criança sua mãe fixou em sua cabeça que essas histórias dos filmes românticos são bobagens, e que o amor não foi feito para pessoas comuns. Com esse ensinamento, Natalie cresceu e se tornou uma adulta puramente cética, incapaz de ver o amor mesmo ele estando colado em seu nariz.
 Trabalhando em um escritório como arquiteta, diariamente vamos acompanhando o quanto a autoestima da personagem é baixa e por mais que ela tente ser durona e pé no chão, seu lado cético fez um estrago tão grande que ela é incapaz de reconhecer seu próprio valor, e por isso todos ao redor acabam por se aproveitar dela para tudo, desde servir o cafezinho até aturar a sua própria assistente vendo filmes durante todo o expediente no lugar de fazer o trabalho que precisa ser feito.
 Tudo muda quando após uma tentativa de assalto no metrô, Natalie sofre uma pancada na cabeça e é “transportada” para um mundo perfeito, onde todos conseguem enxerga-la. Agora a protagonista precisa passar por seu momento comédia romântica até finalmente entender o que é realmente importante.


 Gostei do filme e deu para relaxar um pouco. Algo que me chamou a atenção foi que quando Natalie achou que tinha entendido como as coisas funcionavam, ela estava bem errada e vemos que o foco principal é o amor próprio. 
 Podemos também contar com a participação de Liam Hemsworth atuando como um homem perfeito com suas intenções distorcidas, Adam Devine como o amigo preso na friendzone (outro ator de A escolha perfeita!) e uma rápida aparição de Tom Ellis (sim, o ator que faz Lúcifer).
 O filme se passa em aproximadamente 1 hora e 30 minutos o que em minha opinião foi um tempo agradável. Também gostei bastante das músicas escolhidas para a trilha sonora e indico para quem está em busca de algumas risadas, mas repito: Não esperem por algo surpreendente.

Trailer


4 comentários

  1. Olá
    Esse filme é super divertido. Achei o máximo um filme que exalta os clichês de comédias românticas. Adoro uma boa comédia romântica e essa me ganhou pela obviedade.

    Vidas em Preto e Branco

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  2. Eu tô louca pra assistir esse filme, só que ultimamente eu ando numa correria e isso me empaca. Mas depois da sua resenha fiquei com mais vontade ainda de assistir. Parabéns!

    https://purooutono.blogspot.com/

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  3. Eu adorei esse filme. Me diverti muito com as piadas e principalmente com a cena final. Aliás a trilha sonora é excelente.

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  4. Eu achei esse filme bem divertido e goste as formas que satiriza as comédias românticas de um forma descontraída.

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