[Resenha][Filme] Frozen 2

As sequências de filmes de princesas geralmente não agradam o público, mas Frozen 2 trouxe uma nova roupagem para a história das irmãs de Arendelle.
Direção: Jennifer Lee, Chris Buck  Duração: 1h 43m  Gênero: Drama/Fantasia Classificação: Livre
Elenco original: Idina Menzel, Kristen Bell, Josh Gad, Jonathan Groff e Evan Rachel Wood

A história começa com uma pegada nostálgica, mostrando a infância das princesas e a convivência com os pais. A música que arremata o momento e traz para os dias atuais é “Se encontrar” cantada pela Rainha Iduna, mãe das garotas.

Os dias em Arendelle não poderiam estar melhores, Anna, Elsa, Olaf, Kristoff e Sven estão mais unidos que nunca e compartilhando bons momentos.
Porém, as coisas mudam quando Elsa ouve uma voz que desperta sua curiosidade e fenômenos mágicos ocorrem em Arendelle.
O grupo parte em uma aventura até a floresta em busca de respostas para os acontecimentos, e descobrem que há tempos o povo da floresta convivia com os elementos da natureza e suas forças mágicas. 
Somos apresentados os elementos e ao conflito antigo que gerou o episódio em Arendelle.

Ali a história se desenvolve, trazendo respostas para os eventos anteriores e mostrando mais sobre o povo da floresta além de apresentar o passado do Rei Agnarr e da Rainha Iduna.

O que mais me surpreendeu foi o amadurecimento das personagens ao longo da história. 



Tem o Kristoff com seu lado sentimental e sensível, o Olaf com uma pegada mais curiosa sobre o desenvolvimento e amadurecimento do seu eu. Além de uma Anna mais racional e que sabe se virar nas adversidades e também uma Elsa, que se aceitou e fez da sua diferença algo forte. É tão bonito ver ao longo do filme a feição dela de satisfação e como ela estava bem consigo.

O filme deixa algumas pontas soltas, acredito que se não tivessem reduzido o tempo estaria mais redondinho, mas isso não prejudica a trama. E ele reforça a ideia de que não precisamos procurar alguém para salvar o dia, talvez nós somos o suficiente. 

Na continuação, a história ganha um enredo mais adulto trazendo temas de reflexão, músicas menos chicletes e que dão fluidez e conexão aos acontecimentos. Não temos uma Let it go, que é fácil de cantar, mas temos letras belíssimas e arranjos maduros que dão conta do recado.




Escrito por Jéssica Menezes.

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