[Resenha] Anne de Green Gables - Lucy Maud Montgomery


Você está à procura de um livro docinho de coco? Não gosta de docinho de coco? Um livro brigadeiro então? Não gosta de doces?! Então um livro pizza?....Ok...Ok vou traduzir: Um livro delicinha e “devorável”? Então essa é uma resenha pra você!

Sinopse: Uma menina de 11 anos, com cabelos ruivos, sardas e uma mente tão perspicaz quanto a de um cientista em busca de conhecimento, chega a uma terra onde as tardes são calmas; os pores do sol alaranjados; as florestas aconchegantes; e os rios suaves, como o ritmo do povoado. Sua boca é uma matraca, e seus sonhos são maiores que moinhos de vento. Anne vai crescendo e crescendo, e de patinho feio revela-se um elegante e atento cisne, pronto para abrir suas asas e voar para além das veredas. Mas a vida é feita de artimanhas, e a garotinha adotada pelos irmãos Marilla e Matthew tem algumas cercas a pular, sem jamais deixar seus sonhos desvanecerem, como algumas criaturas fazem.

Autora: Lucy Maud Montgomery
Editora: Pedra Azul
Páginas: 236




Durante o mês de Julho a Netflix (linda, salve,salve) disponibilizou para nós seu meros súditos mortais a segunda tempora de Anne with an E uma linda série sobre Anne, uma menina órfã que acaba sendo adotada pelos irmãos Cuthbert e suas aventuras em Green Gable. Se você é fã da série, já viu as duas temporadas e está arrasada por não estar mais em Avonlea eis que tenho a solução a coleção de 9 livros escritos por L.M.Montgomery criadora da nossa querida e tagarela Anne.Ao longo dos nove livros acompanhamos dois momentos distintos nos 6 primeiros vemos Anne do momento que é adotada pelos irmãos Cuthbert até se casar e ter filhos. Já os 3 últimos livros acompanhamos os filhos e amigos de Anne.



Vamos conhecer conhecer um pouquinho da autora?

L.M.Montgomery nasceu em Ilha do Príncipe Eduardo, uma província do Canadá em 30 de novembro de 1874. A história de vida da autora e suas vivências ao longo da infância serviram de base para a criação da personagem Anne. Assim como a menina ruiva L.M.Montgomery ficou órfã e teve que usar muito da sua imaginação para passar o tempo, sendo assim é possível afirmar que Anne é o alter ego da autora. Após o lançamento do primeiro livro a autora alcançou a fama quase que imediata. No dia 24 de abril de 1942 morreu, a causa da morte declarada foi falência múltipla dos órgãos, mas segundo declaração de sua neta, Kate Macdonald Butler, em setembro de 2008, Montgomery sofria de uma depressão - possivelmente como resultado de cuidar do marido doente mental há décadas - e tirou a própria vida através de uma overdose de drogas. Durante sua vida, Montgomery publicou 20 romances, mais de 500 contos, uma autobiografia, e um livro de poemas. Consciente de sua fama, em 1920 Montgomery começou a editar e recopiar seus diários, apresentando a vida como ela queria que fosse lembrada, alterando ou omitindo alguns episódios.


Assim como sua personagem Lucy Montgomery (ou “Maud” para amigos e família) foi uma mulher forte e feminista. Durante todo o decorrer do livro lemos deliciosas farpadas feministas ao longo das falas de Anne algo que precisamos aplaudir, já que em 1908 a autora teve coragem de deixar bem claro que meninas conseguem fazer e conquistar tantas coisas quanto os meninos! Então se você está afim de uma leitura doce com uma escrita fácil de devorar esse livro está mais do que recomendado!

Aqui no Brasil a coleção está saindo pela @pedrazuleditora , até o momento da publicação dessa resenha a editora já tem os três primeiros livros publicados: Anne de Green Gable, Anne de Avonlea e Anne da Ilha.


Classificação




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